Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Como funcionava o esquema
Segundo a PF, o grupo simulava o envio de encomendas de alto valor, como joias e equipamentos eletrônicos. Após o suposto despacho dos produtos, os envolvidos registravam falsamente o desaparecimento das cargas para solicitar indenizações pagas pelos Correios.
As investigações apontam que parte dos suspeitos é formada por funcionários terceirizados da empresa, que teriam usado suas funções para facilitar as fraudes. De acordo com a polícia, o esquema permitia a obtenção indevida de recursos por meio de registros fraudulentos de extravio.
Novos alvos identificados
A nova etapa da operação foi desencadeada após a análise do material apreendido na primeira fase. Documentos e equipamentos recolhidos anteriormente ajudaram a identificar outros possíveis participantes e ampliar o alcance das investigações.
As medidas foram autorizadas pela 17ª Vara Criminal da Seção Judiciária da Bahia. A PF busca reunir novas provas, dimensionar os prejuízos causados aos Correios e localizar outros envolvidos. Os investigados poderão responder por diversos crimes, com penas que, somadas, podem ultrapassar dez anos de prisão.

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